terça-feira, 19 de maio de 2009
Saída para RPPN com o curso de Eng. Ambiental - UNISC, dia 30/05
link do orkut: http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs.aspx?cmm=692767&tid=5337537982539476871&start=1
quinta-feira, 7 de maio de 2009
Pesquisadores lançam carro de corrida movido a biodiesel de chocolate
Cientistas apresentaram nesta terça-feira (5) o que afirmam ser o carro mais rápido movido a biocombustível, chegando a uma velocidade de mais de 230 km/h. O veículo é movido a combustível feito com restos de chocolate e óleos vegetais e produzido com fibras de plantas.De acordo com a Universidade de Warwick, no Reino Unido, o carro foi construído com base nas especificações da Fórmula 3, como peso, tamanho e desempenho. Durante testes preliminares, o carro chegou a 96 km/h, mas a expectativa é que a velocidade melhore nas próximas semanas. Volante, banco e outras estruturas foram produzidas usando fibras de plantas.
James Meredith, gerente de projetos da universidade, afirma que o objetivo é mostrar que é possível construir um carro rápido, eficiente e ecologicamente correto.
Em 2007, dois britânicos viajaram do Reino Unido até Timbuktu, em Mali, na África, usando biocombustível de chocolate. Andy Pag, 34, e John Grimshaw, 39, peregrinaram por cerca de 8.500 km em um Ford Iveco, Cargo, modelo 1989.
Fonte: Folha Online
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Empreendimentos licenciados pela Fepam terão placas de identificação

Todos os empreendimentos licenciados pela FEPAM no Estado deverão instalar placas de identificação da Licença Ambiental. A portaria de n.º 17 da presidente da FEPAM, Ana Pellini, foi publicada nesta quinta-feira (30) no Diário Oficial do Estado, determinando a medida. O secretário estadual do Meio Ambiente, Berfran Rosado, lembra que a iniciativa atende à necessidade de transparência no processo de licenciamentro ambiental, estimulando a informação e o controle da sociedade sobre as licenças ambientais. "E fundamental que a comunidade conheça as restrições, as compensações e as condições as quais o empreendedor se submete para ter a concessão da licença", enfatizou Berfran, destacando o trabalho criterioso da Fepam, focado na conservação e preservação ambiental. As placas deverão conter o número da Licença Ambiental na fase em que envolver a atividade, conforme modelo, e estará disponível no site da FEPAM (http://www.fepam.rs.gov.br/) a partir de segunda-feira (04).
Fonte: Fepam / Sema
domingo, 3 de maio de 2009
Estudo diz que humanidade terá que reduzir consumo de reservas fósseis a 25%

A civilização só poderá consumir 25% das suas conhecidas reservas de energias fósseis (petróleo, gás e carvão) até 2050, caso queira limitar o aquecimento global a 2ºC no máximo, de acordo com um estudo publicado na quarta-feira (29).
Uma equipe de pesquisadores do Reino Unido, da Suíça e da Alemanha tentou avaliar, pela primeira vez, o volume de emissões de gases de efeito estufa que pode ser lançado na atmosfera até a metade do século, para manter um "aquecimento aceitável". Os trabalhos foram publicados pela revista britânica "Nature".
Charlie Riedel/AP
Usina de carvão mineral de Holcomb, no Kansas, EUA; estudo diz que humanidade deve reduzir consumo de reservas fósseis a 25%
A comunidade internacional chegou a um consenso sobre um máximo de 2ºC suplementares em relação aos níveis pré-industriais, mas para os pequenos países insulares, ameaçados pela subida dos oceanos, seria necessário limitar a elevação a 1,5ºC.
"Se vocês realmente quiserem limitar o risco de exceder os 2ºC de aquecimento global, o volume total de COº2º expelido na atmosfera durante a primeira metade do século deve ficar abaixo dos 1.000 milhões de toneladas", explicou Malter Meinshausen, do Instituto de Pesquisa sobre o Impacto Climático Postdam.
Se não houver um acordo climático forte, os 2ºC suplementares terão sido atingidos na primeira metade do século, dizem os autores do estudo.
Se as emissões ultrapassarem 1,5 bilhão de toneladas de equivalente COº2º até 2050, a probabilidade de limitar o aquecimento a 2ºC será de apenas 25%, "independentemente das medidas tomadas depois" para limitar as emissões, insistiu Meinshausen.
Segundo o estudo, as emissões mundiais têm de começar a diminuir já em 2020, e serem reduzidas em 70% até 2050. A meta do G8 é reduzir pela metade as emissões mundiais até 2050.
Uma equipe de pesquisadores do Reino Unido, da Suíça e da Alemanha tentou avaliar, pela primeira vez, o volume de emissões de gases de efeito estufa que pode ser lançado na atmosfera até a metade do século, para manter um "aquecimento aceitável". Os trabalhos foram publicados pela revista britânica "Nature".
Charlie Riedel/AP
Usina de carvão mineral de Holcomb, no Kansas, EUA; estudo diz que humanidade deve reduzir consumo de reservas fósseis a 25%
A comunidade internacional chegou a um consenso sobre um máximo de 2ºC suplementares em relação aos níveis pré-industriais, mas para os pequenos países insulares, ameaçados pela subida dos oceanos, seria necessário limitar a elevação a 1,5ºC.
"Se vocês realmente quiserem limitar o risco de exceder os 2ºC de aquecimento global, o volume total de COº2º expelido na atmosfera durante a primeira metade do século deve ficar abaixo dos 1.000 milhões de toneladas", explicou Malter Meinshausen, do Instituto de Pesquisa sobre o Impacto Climático Postdam.
Se não houver um acordo climático forte, os 2ºC suplementares terão sido atingidos na primeira metade do século, dizem os autores do estudo.
Se as emissões ultrapassarem 1,5 bilhão de toneladas de equivalente COº2º até 2050, a probabilidade de limitar o aquecimento a 2ºC será de apenas 25%, "independentemente das medidas tomadas depois" para limitar as emissões, insistiu Meinshausen.
Segundo o estudo, as emissões mundiais têm de começar a diminuir já em 2020, e serem reduzidas em 70% até 2050. A meta do G8 é reduzir pela metade as emissões mundiais até 2050.
Fonte: Folha Online
quinta-feira, 19 de março de 2009
ACV

Análise do ciclo de vida (ACV) ou "análise ambiental do ciclo de vida" é uma ferramenta que permite a quantificação das emissões ambientais ou a análise do impacto ambiental de um produto, sistema, ou processo. Essa análise é feita sobre toda a "vida" do produto ou processo, desde o seu início (por exemplo, desde a extração das matérias-primas no caso de um produto) até o final da vida (quando o produto deixa de ter uso e é descartado como resíduo), passando por todas as etapas intermediárias (manufatura, transporte, uso). Por essa razão, esta análise é também chamada de "análise do berço à cova".
Esta ferramenta é muito utilizada para comparar o impacto ambiental de diferentes produtos com similar função. ACV também é utilizada na área de gestão ambiental para comparar o impacto ambiental de diferentes tipos de tratamento de resíduos (comparar incineração vs. aterro sanitário, por exemplo), o impacto ambiental de diferentes destinos para um determinado resíduo especificamente (comparar a reciclagem de papel vs. a compostagem de papel, analisar os impactos dos diferentes tipos de reciclagem de plástico), etc.
Um dos méritos da ACV é permitir uma análise completa de um determinado sistema. Muitas vezes acredita-se que determinada prática é ambientalmente correta, quando na verdade não é.
Esta ferramenta é muito utilizada para comparar o impacto ambiental de diferentes produtos com similar função. ACV também é utilizada na área de gestão ambiental para comparar o impacto ambiental de diferentes tipos de tratamento de resíduos (comparar incineração vs. aterro sanitário, por exemplo), o impacto ambiental de diferentes destinos para um determinado resíduo especificamente (comparar a reciclagem de papel vs. a compostagem de papel, analisar os impactos dos diferentes tipos de reciclagem de plástico), etc.
Um dos méritos da ACV é permitir uma análise completa de um determinado sistema. Muitas vezes acredita-se que determinada prática é ambientalmente correta, quando na verdade não é.
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